
ela/dela.
24 anos.
only child.
natação.
bulgasari.
bisexual.
cozinhar, animais, filmes, praia, chocolate.
amendoim, gritaria, trânsito, jujuba.
Bora cresceu com a sensação constante de que a água fazia parte dela antes mesmo de aprender a nomear o mundo. Desde pequena, nadar não era apenas uma atividade ou um passatempo, era instinto, era vontade. Havia algo quase natural em seu jeito de se mover dentro da piscina, como se o corpo reconhecesse aquele espaço como casa. O pai percebeu cedo esse vínculo silencioso e, sem grandes cerimônias, a colocou em aulas de natação. Para Bora, foi apenas dar forma a algo que sempre existiu. Ela costumava brincar que havia sido um peixe em outra vida, e quem a via nadar raramente duvidava.Enquanto crescia, as tardes diante da televisão assistindo a competições alimentavam um fascínio que ia além do esporte. Bora se encantava com a ideia de que algo tão prazeroso, algo que fazia por amor, pudesse ser admirado, valorizado e capaz de levar pessoas a lugares que jamais imaginaram alcançar. Foi no fim da infância e início da adolescência que a natação deixou de ser apenas diversão e passou a ser compromisso. Vieram os treinos intensos, as primeiras competições e o entendimento silencioso de que aquele caminho exigiria disciplina, renúncia e constância. Ainda assim, o que sempre a manteve firme foi simples e profundo: o amor absoluto por estar na água.O ingresso na DSU marcou uma virada inesperada em sua história. Durante uma competição regional, um olheiro notou seu desempenho e a convidou para tentar uma vaga na universidade. A notícia chegou à família como uma mistura agridoce de orgulho e preocupação. A felicidade era enorme, mas as limitações financeiras tornavam o sonho distante. Foi apenas após uma conversa franca, em que a possibilidade de bolsa de estudos surgiu, que o destino começou a tomar forma. Bora nunca havia se imaginado em uma universidade (muito menos em uma voltada ao esporte) e por isso sua vinda à DSU foi um encontro curioso entre escolha e acaso, vontade e oportunidade.Dentro e fora das piscinas, Bora é conhecida por sua facilidade em se conectar com as pessoas. Conversa com todos, ri alto, tenta tornar os ambientes mais leves e acolhedores. No entanto, há momentos em que prefere o silêncio, quando precisa lidar sozinha com questões que não gosta de expor. São instantes breves, quase invisíveis, logo cobertos por um sorriso no dia seguinte. No ambiente esportivo, porém, algo muda. O lado competitivo se impõe, e Bora se torna mais focada, mais exigente consigo mesma e com o momento. Não há grosseria ou desrespeito, apenas uma linha clara traçada: aquele é o seu espaço, o seu tempo, e nada deve atrapalhar.Foi essa busca por pertencimento que a levou à casa Bulgasari. Ali, Bora encontrou um lugar onde a imperfeição não é falha, mas parte da identidade. Mesmo nos dias em que se sente perdida, sem saber exatamente quem é ou para onde está indo, é naquele espaço que ela se reconhece. Para ela, Bulgasari não é apenas uma casa, mas um refúgio e um lugar que jamais trocaria.O futuro de Bora é pintado em tons de água e vitória. Seus maiores sonhos estão ligados à natação: voltar para casa com medalhas, troféus e, quem sabe, conquistar um lugar no time coreano rumo às Olimpíadas. Quanto aos estudos, a psicologia entrou em sua vida quase por acaso, escolhida mais pela intuição do que por um plano bem definido. Ainda assim, tem sido uma experiência curiosa e reveladora, uma jornada de autoconhecimento que corre paralela às raias da piscina. Entre braçadas firmes e questionamentos silenciosos, Bora segue nadando confiante de que, enquanto houver água, haverá caminho.
— Bora acorda mais cedo do que gostaria, mas nunca reclama quando é dia de treino aquático — a piscina é o único lugar onde ela desperta de bom humor.— Tem marcas de sol permanentes nos ombros e no rosto, fruto de treinos longos e competições ao ar livre.— Sempre entra na água tocando a superfície com a ponta dos dedos primeiro, quase como um ritual de respeito.— Nada melhor quando está emocionalmente confusa; usa a piscina como uma forma de organizar os pensamentos.— Fica extremamente focada antes das provas e fala muito pouco — o oposto do seu comportamento cotidiano.— Tem dificuldade em lidar com derrotas, mas nunca externaliza frustração; guarda tudo e volta a treinar com ainda mais intensidade.— Seu estilo favorito é o livre, mas ela também se sai bem no borboleta quando quer provar algo para si mesma.— Odeia interrupções durante o aquecimento; é o momento mais sagrado do treino.— Escolheu psicologia achando que seria mais simples, mas acabou se interessando genuinamente por comportamento humano.— Costuma observar as pessoas em silêncio e imaginar o que elas estão sentindo ou pensando.— Se interessa especialmente por temas ligados à ansiedade de performance, mesmo sem perceber conscientemente o porquê.— Vive em conflito entre “sou atleta” e “sou estudante”, como se ainda não tivesse permitido ser as duas coisas ao mesmo tempo.— É aquela pessoa que faz amizade em fila de mercado ou ponto de ônibus.— Ri alto, tapa a boca quando percebe e ri de novo logo depois.— Quando se sente sobrecarregada, se isola por um curto período, geralmente resolve tudo sozinha antes de voltar ao convívio.— Protege muito quem ama, mesmo que não saiba demonstrar em palavras.— Tem dificuldade em pedir ajuda, porque sempre acreditou que precisava dar conta sozinha.— Considera a casa Bulgasari um “porto seguro” emocional.— Gosta de cozinhar à noite quando não consegue dormir, mesmo que seja só algo simples.— Deixa o quarto sempre meio bagunçado, mas sabe exatamente onde tudo está.— Às vezes fica sentada em silêncio nas áreas comuns da casa só para sentir que não está sozinha.— Se sente mais ela mesma quando está de cabelo molhado e roupas confortáveis.— Sonha em ouvir seu nome sendo anunciado em uma competição internacional.— Tem medo de chegar ao fim da carreira esportiva e não saber quem é sem a natação.— Fantasia, em segredo, sobre um futuro onde consiga ajudar outros atletas com apoio psicológico.— Acredita que, enquanto puder nadar, sempre haverá um caminho à frente.mais trívias sobre a bora
essas cnns são umas que passaram assim bem por cima na minha cabeça, normalmente eu curto as coisas mais naturais, mas se alguma te interessar é só se chegar na dm. inclusive a bora se encaixa muito fácil em qualquer plot também.
001 — bora não é muito de pedir para não ficar só, mas é muse que ela sempre acaba pedindo para ir dormir junto só para ver se a insônia passa ou apenas para ficarem horas conversando besteira até ele dormir.002. — pouquíssimas são as pessoas em que bora confia e muse é certamente uma delas. em que ela conta tudo e mais um pouco. é a pessoa que ela sabe que vai estar sempre ao seu lado independente do que acontecer. mas que lhe mudou a vida.003. — muse e bora se conheceram online, nunca se viram, mas passavam horas em call no discord e essas coisas. praticamente melhores amigos e continuam até hoje, mas ainda não criaram coragem para marcar um encontro cara a cara para se conhecerem até descobrirem que ambos estão na mesma universidade.004. — muse pe uma nadadora do mesmo nível que nunca foi diretamente hostil, mas que sempre chega milésimos à frente ou atrás. a relação oscila entre admiração e frustração, criando tensão constante.005. — muse é alguém que não entende totalmente a natação, mas vive pressão semelhante. conexão baseada em exaustão, disciplina e silêncios compartilhados.006. (bulgasari only) — muse é alguém que costuma dividir a cozinha com bora em madrugadas insones. conversas baixas, chá quente e apoio silencioso.007. (bulgasari only) — muse, muse e muse são sua “família escolhida”, moradores que conhecem seus dias ruins e a protegem quando ela se fecha demais.008. — muse é alguém que percebe quando ela finge estar bem. não se deixa enganar pelo sorriso fácil e confronta bora com cuidado.
GENERAL IDEAS!
ex namorades
frenemies
melhores amigos
inimigos
frequentadores dos mesmos lugares
jogam juntos
+25, ela/dela. as ações da bora não refletem as minhas, espero que saibam diferenciar o ic de ooc, qualquer coisa pode resolver comigo na dm que não tem problema. conteúdos de caráter mais pesados serão jogados apenas com players maiores de 21 anos.